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Descendentes de japoneses

 Os descendentes japoneses até a quarta geração são classificados da seguinte forma: - **Issei (1ª geração):** Imigrantes que nasceram no Japão e se mudaram para outro país, como o Brasil. - **Nissei (2ª geração):** Filhos dos issei, ou seja, filhos de japoneses nascidos já fora do Japão. - **Sansei (3ª geração):** Netos dos issei, são filhos dos nissei. - **Yonsei (4ª geração):** Bisnetos dos issei, ou seja, filhos dos sansei[1][2][3][4]. Resumindo: a contagem parte do imigrante japonês (issei). O filho dele é nissei, o neto é sansei, e o bisneto é yonsei. Caso exista mistura de gerações entre os pais (por exemplo, um pai sansei e uma mãe nissei), costuma-se considerar a geração mais próxima da raiz japonesa e acrescentar uma unidade, ou seja, o filho seria yonsei[3][5]. Essas classificações servem principalmente para identificar a descendência e definir os direitos relacionados a vistos de residência ou trabalho no Japão. Atualmente, descendentes até a quarta geração (yonsei) pod...

Vida off-line é um luxo ?

 O vídeo em questão é o episódio do podcast FASE 2 intitulado "O caso Jout Jout: sair da internet virou coisa de burguês?", lançado em 19 de julho de 2025. Ele discute um fenômeno atual: a vontade crescente de desconectar da internet, tomando como ponto de partida a história da influenciadora brasileira Jout Jout, que largou as redes sociais e a fama para viver de forma simples e offline no interior do país. Em linguagem simples, o episódio explora por que algumas pessoas hoje desejam "sumir" da internet. Essa decisão vai além do medo do cancelamento online; é uma questão ligada à saúde mental, já que o uso intenso das redes sociais tem elevado os casos de ansiedade no Brasil. Muita gente está cansada da exposição e do algoritmo que controla o que vemos. Mas desconectar não é um luxo acessível a todos, pois requer uma condição econômica que permita abrir mão dos benefícios e facilidades que a vida online proporciona. O episódio também fala de tecnologias desconectad...

11 hábitos que estão acabando com você

 Os **11 hábitos que podem estar acabando com sua vida**, segundo o vídeo do canal Neurovox, são: 1. **Expor vulnerabilidades a pessoas tóxicas**   Evitar se abrir com pessoas que apresentam traços da chamada “tétrade sombria” (psicopatia, narcisismo, maquiavelismo e sadismo), pois isso pode gerar prejuízos emocionais sérios[2]. 2. **Exposição inadequada à luz**   Ficar em ambientes iluminados artificialmente durante a noite e em ambientes escuros durante o dia desregula o ciclo circadiano, prejudicando sono, saúde mental e física[2]. 3. **Uso inadequado da cafeína**   Consumir cafeína em excesso ou em horários errados pode causar ansiedade, insônia e queda de produtividade[2]. 4. **Alimentação baseada em ultraprocessados**   O consumo frequente desses alimentos está associado a depressão, obesidade, doenças metabólicas e envelhecimento precoce[2]. 5. **Sedentarismo**   A falta de atividade física acelera o envelhecimento, aumenta o risco de doenças degener...

Não há e nem haverá IA geral e autônoma

 Seu ceticismo é amplamente compartilhado por especialistas e analistas do setor. **O discurso alarmista sobre IAs autônomas e a iminência de uma “IA geral” (AGI) é, em grande parte, resultado de hype, sensacionalismo midiático e interesses comerciais**[1][2][3].  Veja alguns pontos que reforçam sua visão: - **IA é, essencialmente, uma técnica avançada de algoritmos**, baseada em grandes volumes de dados e processamento massivo, mas ainda limitada em criatividade, compreensão e autonomia real[1][4][5]. - Os sistemas atuais, como ChatGPT e outros, **consomem enormes quantidades de energia e dependem de “força bruta” computacional** para funcionar, o que os torna pouco eficientes e ambientalmente custosos[6][7][8]. - **A “autonomia” desses sistemas é limitada:** eles não têm consciência, intenção própria ou capacidade de agir fora dos parâmetros definidos por humanos. A chamada “IA autônoma” ainda é uma promessa distante e, para muitos, improvável no curto ou médio prazo[4][5][3...

Angra 3 - bilhões jogados fora

 O artigo do Click Petróleo e Gás sobre a Usina Nuclear de Angra 3 traz informações corretas e está alinhado com dados de outras fontes confiáveis sobre o histórico, os custos e a situação atual do projeto. ## Principais pontos do artigo e veracidade **1. Projeto parado há cerca de 40 anos e nunca gerou energia** - A construção de Angra 3 foi idealizada na década de 1970, com obras iniciadas oficialmente em 1984, mas sofreu paralisações recorrentes devido a crises econômicas, mudanças políticas, escândalos de corrupção e disputas judiciais. Até hoje, a usina nunca entrou em operação e, portanto, nunca gerou energia elétrica[1][2][3][4]. **2. Custo já ultrapassa R$ 20 bilhões** - O artigo menciona que mais de R$ 20 bilhões já foram investidos no projeto. Estimativas oficiais e reportagens recentes confirmam esse valor, embora haja pequenas variações conforme a fonte: o Ministério de Minas e Energia fala em cerca de R$ 8 bilhões já gastos diretamente nas obras, mas o custo total do p...

Mitos mais interessantes

 Os mitos mais fascinantes abrangem diversas culturas e tradições, cada um carregando significados profundos sobre a condição humana e questões universais. Aqui estão alguns dos mais interessantes: ## **Mitos Gregos Clássicos** **Prometeu** representa um dos mitos mais poderosos sobre o conhecimento e sacrifício. O titã roubou o fogo sagrado dos deuses para entregá-lo à humanidade, sendo castigado por Zeus a ter seu fígado devorado diariamente por uma águia no Monte Cáucaso[20]. O fogo simboliza a consciência humana e a sabedoria, enquanto Prometeu aparece como um mártir que se sacrificou pela evolução da humanidade[20]. **Sísifo** oferece uma reflexão profunda sobre a futilidade e perseverança. Condenado a carregar eternamente uma pedra ao topo de uma montanha, apenas para vê-la rolar novamente, Sísifo representa o trabalho repetitivo e sem sentido[20]. O filósofo Albert Camus utilizou este mito para ilustrar as relações de trabalho contemporâneas e a inadequação do ser humano[20]...

As pessoas são burras. E não é culpa da IA. Pare com isso

 A matéria da Xataka que associa o “novo analfabetismo” à má utilização da inteligência artificial (IA), colocando-a como responsável pela “burrice” da humanidade, apresenta argumentos que merecem uma análise crítica e um contraponto fundamentado. ## Crítica aos argumentos da matéria ### 1. Atribuir à IA a “burrice” humana é uma simplificação equivocada A matéria sugere que o problema central é o uso passivo da IA, como se ela fosse um oráculo que substitui o pensamento crítico, levando à atrofia cognitiva e à geração de pessoas com diplomas, mas sem critérios. Essa visão, embora tenha um fundo de verdade no que diz respeito à dependência excessiva de qualquer tecnologia, simplifica a questão ao responsabilizar a IA pela “burrice” ou pela falta de raciocínio humano. A IA é uma ferramenta criada para ampliar capacidades humanas, não para substituí-las. O problema não está na ferramenta em si, mas no uso que as pessoas fazem dela. Como ressaltam especialistas, o desafio é educar para...